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Programa de Intercâmbios

Dançando Além das Fronteiras

Uma frente de internacionalização do Dança Carajás Festival que conecta artistas amazônicos a experiências de formação, circulação, pesquisa e memória audiovisual em outros territórios.

Brasil | Argentina | FrançaDocumentário 02h18minRegistro ANCINE/CPBExibição gratuita

Um programa de internacionalização artística

O Dançando Além das Fronteiras amplia o alcance do Dança Carajás ao criar pontes entre a Amazônia e outros territórios culturais. Cada edição nasce como uma experiência de formação, convivência, circulação e registro, aproximando artistas, comunidades e instituições por meio da dança.

O programa não se resume ao deslocamento de artistas. Ele transforma o intercâmbio em conhecimento compartilhado, memória pública e legado para a dança produzida no Pará.

3cidades argentinas na primeira edição
02h18de documentário de longa-metragem
ANCINEregistro documental da obra audiovisual
Gratuitoacesso público pela plataforma SOMMOS

Edição em destaqueArgentina 2024Conheça a primeira experiência internacional do programa, realizada em Buenos Aires, Bariloche e Lago Puelo, e veja como o intercâmbio se transformou em documentário de longa-metragem.Abrir página da edição

Edição realizada em 2025

França 2025: Dança Carajás na Biennale de la Danse de Lyon

A artista Giulia Nascimento, premiada como Bailarina Revelação no Dança Carajás Festival 2023, foi selecionada pela Bolsa Funarte Brasil Conexões Internacionais 2025 para representar a Região Norte na Biennale de la Danse de Lyon, na França.

A participação contou com agenciamento da JA Produções Artísticas, produtora responsável pelo Dança Carajás Festival, fortalecendo a ponte entre o reconhecimento artístico gerado pelo festival e a circulação internacional da dança amazônica.

A ação integrou a Temporada Cultural Brasil-França e ampliou a presença da produção amazônica em um dos circuitos mais relevantes da dança contemporânea.

Funarte, Brasil Conexões Internacionais e Temporada Cultural Brasil-França
2025ano da circulação internacional
Lyoncidade-sede da Biennale de la Danse
Norterepresentação da dança amazônica
FunarteBolsa Brasil Conexões Internacionais

O que o programa realiza

Cada intercâmbio é organizado para gerar experiência artística, articulação institucional e memória acessível, fortalecendo a presença da dança amazônica em novos circuitos.

Formação artística internacional

Aulas, oficinas, práticas corporais e contato com metodologias de outros territórios culturais.

Circulação de artistas amazônicos

Deslocamento de artistas vinculados ao festival para vivências, encontros e apresentações fora do território de origem.

Encontros culturais

Trocas com artistas, grupos, espaços culturais e comunidades, valorizando a escuta e a convivência.

Memória audiovisual

Registro de bastidores, trajetórias, entrevistas, videodanças e processos de criação.

Articulação institucional

Construção de pontes com parceiros, editais, plataformas, centros culturais e redes de cooperação.

Difusão pública

Transformação da experiência em conteúdo acessível, com circulação gratuita quando houver obra disponibilizada.

Edição em destaque

Argentina 2024: uma experiência que virou documentário

A edição Argentina 2024 marcou a internacionalização do programa com uma imersão artística realizada em Buenos Aires, Bariloche e Lago Puelo. A jornada reuniu deslocamentos, aulas, encontros, registros e vivências que deram origem ao documentário Dançando Além das Fronteiras.

A obra tem duração de 02:18:30, foi registrada como produto audiovisual brasileiro na ANCINE/CPB e hoje está disponível gratuitamente na plataforma SOMMOS Amazônia.

Funarte, Brasil Conexões Internacionais e Temporada Cultural Brasil-França
Documentário

Dançando Além das Fronteiras

Longa-metragem que preserva a memória da primeira edição internacional do programa e apresenta ao público uma experiência de dança amazônica em território argentino.

2024Ano da obra02:18:30Duração

Da preparação à memória pública

O percurso de cada edição é pensado para que a experiência não termine no retorno dos artistas. A memória do intercâmbio permanece como registro, pesquisa e referência para novas ações do festival.

1ArticulaçãoDefinição de parceiros, territórios, agenda e condições de realização.
2PreparaçãoOrganização de artistas, equipe, registros, roteiro de atividades e logística.
3VivênciaAulas, encontros, circulação, convivência cultural e experiências em campo.
4RegistroCaptação audiovisual, entrevistas, bastidores e documentação do processo.
5ObraOrganização da memória em produtos audiovisuais, editoriais ou digitais.
6DifusãoCompartilhamento público do legado gerado pela experiência.

Credibilidade documental

A força institucional do programa está também na sua capacidade de comprovar percurso, resultado e acesso público. A edição Argentina 2024 reúne registros que fortalecem o portfólio cultural do Dança Carajás.

Registro ANCINE/CPBCertificado de Produto Brasileiro vinculado ao documentário Dançando Além das Fronteiras.
Exibição gratuitaDisponibilização pública pela plataforma SOMMOS Amazônia.
Editais e trajetóriaA experiência integra um histórico de produção cultural com registros em processos públicos de fomento.
Imprensa e memóriaClipping, matérias e registros fortalecem a dimensão pública da ação.

Impacto para o Dança Carajás

O programa amplia o valor institucional do festival porque posiciona a dança amazônica em diálogo com outros territórios, gera obra pública, fortalece o repertório dos artistas e cria novos argumentos para patrocinadores, parceiros, editais e redes culturais.

Território em circulação

Artistas amazônicos passam a ocupar circuitos culturais fora de seu território, levando referências, repertórios e narrativas do Pará para outros contextos.

Legado que permanece

O intercâmbio deixa de ser uma ação pontual quando se transforma em registro, obra audiovisual, memória pública e fonte de pesquisa para novas gerações.

Próximas fronteiras

O Dançando Além das Fronteiras passa a organizar novas possibilidades de circulação internacional a partir de parcerias, editais, redes culturais e capacidade de produção de cada edição.

Depois da Argentina 2024 e da circulação França 2025, as próximas etapas podem envolver novos países, territórios amazônicos internacionais, universidades, centros culturais, festivais parceiros e plataformas de difusão pública.

Programa vivo

Cada nova edição deverá preservar a mesma lógica: formação, circulação, documentação, contrapartida pública e fortalecimento da dança amazônica como presença cultural no mundo.

Funarte, Brasil Conexões Internacionais e Temporada Cultural Brasil-França