Nossa História

Uma história que começou no palco e atravessou fronteiras

O Dança Carajás Festival nasceu em Parauapebas para valorizar a dança na Amazônia. Desde sua primeira edição, a marca vem construindo uma trajetória de formação, reconhecimento, impacto social e circulação internacional.

O nascimento do festival

Um novo palco para a dança em Carajás

O Dança Carajás Festival nasceu em Parauapebas, no Pará, com o propósito de criar uma plataforma profissional para artistas, grupos, professores, coreógrafos, pesquisadores e públicos da dança na região de Carajás.

A primeira edição consolidou o festival como um espaço de competição, formação, premiação, encontro e impacto social, ampliando a visibilidade da dança no Sul e Sudeste do Pará e fortalecendo o território amazônico como lugar de criação artística.

Parauapebas – PACidade-sede da primeira edição do festival.
Dança amazônica em cenaValorização de artistas, grupos e companhias da região.
Plataforma culturalCompetição, formação, premiação e impacto social reunidos em uma mesma experiência.
2023A primeira edição

2023: a edição que marcou o começo

Em 2023, o Dança Carajás Festival realizou sua primeira edição, reunindo artistas, grupos, coreografias, público e ações de impacto em uma programação que marcou a história da dança em Parauapebas.

A edição mostrou a força da dança regional, mobilizou a comunidade artística e criou uma nova vitrine para bailarinos, escolas, companhias e profissionais da cultura.

30grupos inscritos, com artistas e companhias reunidos em Parauapebas.
248coreografias apresentadas em uma programação intensa de diversidade artística.
386participantes credenciados entre bailarinos, equipes, professores e profissionais.
121trabalhos premiados, reconhecendo talentos de diferentes categorias.
609latas de leite arrecadadas em ação social conectando arte e cuidado comunitário.
105empregos gerados: 21 diretos e 84 indiretos durante a realização.
2024Pausa e circulação

2024: o palco fez pausa, mas o movimento continuou

Em 2024, o festival não realizou uma nova edição por falta de patrocínio. A ausência de recursos interrompeu a realização presencial do evento, mas não encerrou sua trajetória institucional.

Mesmo sem nova edição, o Dança Carajás manteve sua presença ativa por meio de ações de circulação e internacionalização, com destaque para o intercâmbio artístico na Argentina, fortalecendo a conexão entre artistas da Amazônia e outros territórios da América Latina.

Sem nova ediçãoA programação do festival não aconteceu por falta de patrocínio.
ArgentinaA dança amazônica ampliou sua presença em território internacional.
Marca em circulaçãoO Dança Carajás continuou gerando conexões para além do palco local.
2025Bienal de Lyon

2025: Carajás chega à cena internacional da dança

Em 2025, a trajetória do Dança Carajás Festival alcançou um novo marco com a presença da artista Giulia Nascimento na Bienal de Dança de Lyon, na França.

A participação internacional fortaleceu a projeção da marca Dança Carajás, mostrando que a dança produzida a partir da Amazônia pode ocupar circuitos globais, dialogar com novos públicos e abrir caminhos para artistas do território.

Bienal de LyonPresença da dança amazônica em um dos grandes encontros internacionais da dança.
Giulia NascimentoArtista ligada à trajetória do festival em circulação internacional.
Yuxi – O Corpo da FlorestaObra que conecta corpo, floresta, ancestralidade e criação contemporânea.

A importância da continuidade

Por que essa história precisa continuar

A trajetória do Dança Carajás Festival mostra que a cultura precisa de continuidade para gerar transformação real. Quando o festival acontece, artistas ganham palco, público acessa programação cultural, profissionais são contratados, campanhas sociais são realizadas e o território se fortalece.

Quando a edição não acontece por falta de patrocínio, a ausência também revela o tamanho da sua importância: artistas perdem uma vitrine, o público perde uma experiência cultural e a região deixa de receber formação, circulação e impacto econômico.

Por isso, a continuidade do festival é uma pauta cultural, social e territorial.

Para artistas

Palco, formação, visibilidade e reconhecimento.

Para o público

Experiência cultural gratuita, acessível e conectada ao território.

Para patrocinadores

Impacto cultural, social, institucional e territorial.

Próxima etapa

A próxima etapa está em construção

O Dança Carajás Festival segue organizando sua memória, fortalecendo sua comunicação institucional, ampliando conexões e estruturando a captação de patrocínios para viabilizar uma nova edição.

A história do festival segue em movimento: entre o palco que marcou 2023, a circulação internacional de 2024 e 2025, e o compromisso de abrir novos caminhos para a dança na Amazônia.

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