Para artistas
Palco, formação, visibilidade e reconhecimento.
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Nossa História
O Dança Carajás Festival nasceu em 2022, em Parauapebas, para valorizar a dança na Amazônia. Desde a primeira edição realizada em 2023, a marca vem construindo uma trajetória de formação, reconhecimento, impacto social e circulação cultural.
O nascimento do festival
O Dança Carajás Festival nasceu em 2022, em Parauapebas, no Pará, com o propósito de criar uma plataforma profissional para artistas, grupos, professores, coreógrafos, pesquisadores e públicos da dança na região de Carajás.
A primeira edição foi realizada em 2023 e consolidou o festival como um espaço de competição, formação, premiação, encontro e impacto social, ampliando a visibilidade da dança no Sul e Sudeste do Pará e fortalecendo o território amazônico como lugar de criação artística.
Em 2023, o Dança Carajás Festival realizou sua primeira edição, reunindo artistas, grupos, coreografias, público e ações de impacto em uma programação que marcou a história da dança em Parauapebas.
A edição mostrou a força da dança regional, mobilizou a comunidade artística e criou uma nova vitrine para bailarinos, escolas, companhias e profissionais da cultura.
Em 2024, o festival não realizou uma nova edição por falta de patrocínio. A ausência de recursos interrompeu a realização presencial do evento, mas não encerrou sua trajetória institucional.
Mesmo sem nova edição, o Dança Carajás manteve sua presença ativa por meio de ações de circulação e internacionalização, com destaque para o intercâmbio artístico na Argentina, fortalecendo a conexão entre artistas da Amazônia e outros territórios da América Latina.
Em 2025, o Dança Carajás abriu inscrições e atualizou seu formato, incluindo uma etapa de seleção por vídeo para priorizar a qualidade artística dos trabalhos e garantir mais segurança jurídica ao festival, com ciência prévia do conteúdo coreográfico que poderá subir ao palco.
A adesão foi positiva, mas ainda não foi suficiente para realizar a edição. Os grupos inscritos foram comunicados sobre o adiamento do evento e as inscrições seguem abertas até segunda ordem.
Mesmo sem nova edição presencial, 2025 fortaleceu institucionalmente a marca: por meio da JA Produções Artísticas, o Dança Carajás viabilizou a participação da bailarina Giulia Nascimento na Bienal de Dança de Lyon, na França, com apoio do edital Funarte Brasil Conexões Internacionais.
A obra selecionada, Yuxi – O Corpo da Floresta, conecta ancestralidade indígena, natureza amazônica e dança contemporânea. A presença em Lyon reafirma a força da dança produzida a partir da Amazônia e amplia a credibilidade do festival perante artistas, público, instituições e futuros patrocinadores.
A importância da continuidade
A trajetória do Dança Carajás Festival mostra que a cultura precisa de continuidade para gerar transformação real. Quando o festival acontece, artistas ganham palco, público acessa programação cultural, profissionais são contratados, ações sociais são realizadas e o território se fortalece.
Quando a edição não acontece por falta de patrocínio, a ausência também revela o tamanho da sua importância: artistas perdem uma vitrine, o público perde uma experiência cultural e a região deixa de receber formação, circulação e impacto econômico.
Por isso, a continuidade do festival é uma pauta cultural, social e territorial.
Palco, formação, visibilidade e reconhecimento.
Experiência cultural gratuita, acessível e conectada ao território.
Impacto cultural, social, institucional e territorial.
Próxima etapa
O Dança Carajás Festival segue organizando sua memória, fortalecendo sua comunicação institucional, ampliando conexões e estruturando a captação de patrocínios para viabilizar uma nova edição.
A história do festival segue em movimento: entre o palco que marcou 2023, a circulação cultural de 2024, a reformulação das inscrições em 2025 e o compromisso de abrir novos caminhos para a dança na Amazônia.