Recepção da comitiva brasileira
Participação na recepção de boas-vindas à comitiva brasileira, com acolhimento institucional e integração inicial aos participantes do evento.
- recepção
- comitiva brasileira
- integração
n
A edição França 2025 levou Giulia Nascimento, artista revelada pelo Dança Carajás Festival, à Biennale de la Danse de Lyon por meio da Bolsa Funarte Brasil Conexões Internacionais.
Circulação internacional
A participação de Giulia Nascimento na Biennale de la Danse de Lyon integrou uma ação estratégica de internacionalização artística, ampliando a presença da produção amazônica em um dos circuitos mais relevantes da dança contemporânea.
A trajetória também fortalece o papel do Dança Carajás Festival como plataforma de reconhecimento, projeção e circulação. Giulia foi premiada no festival em 2023 e, em 2025, chegou à França com agenciamento da JA Produções Artísticas, produtora responsável pelo Dança Carajás.
A experiência aproximou formação, performance, articulação institucional e contato direto com artistas, curadores, programadores e instituições internacionais.
Uma linha do tempo da participação na Biennale de la Danse de Lyon, organizada por data e eixo de ação. A agenda reúne formação, encontros institucionais, performance, espetáculos e atividades culturais da comitiva brasileira.
Participação na recepção de boas-vindas à comitiva brasileira, com acolhimento institucional e integração inicial aos participantes do evento.
Visita e reconhecimento dos espaços utilizados pela programação da Biennale de la Danse de Lyon, possibilitando contato inicial com a estrutura artística e institucional do evento.
Atividade formativa voltada ao aprofundamento técnico e artístico, com vivência prática em dança contemporânea e investigação corporal.
Participação no coquetel de abertura, marcando oficialmente o início das atividades do Fórum e da programação internacional.
Participação na assembleia inaugural da programação, reunindo artistas, participantes e representantes institucionais.
Participação no encontro de abertura realizado na sala de conferências do Fórum, com apresentações dos grupos convidados e integração entre os participantes.
Acompanhamento de apresentações dos grupos convidados, além de palestras realizadas na CND e em espaço público em frente ao Théâtre de Lyon.
Encerramento da programação do dia com atividade cultural noturna integrada ao ambiente artístico da Biennale.
Participação em momento de grande relevância para a visibilidade internacional da produção artística brasileira, com destaque para a presença da comitiva do Brasil na programação do evento.
Realização de performance em contexto internacional, marcada pela presença, pela escuta coletiva e pelo diálogo entre corpo, espaço e identidade cultural brasileira.
Participação em atividade formativa ministrada por François Chaignaud, com foco em práticas contemporâneas de criação, presença cênica e investigação corporal.
Acompanhamento do espetáculo Repertório N.2, de Davi Pontes e Wallace Ferreira, integrante da programação artística.
Participação em atividade cultural noturna, ampliando o contato com artistas, coletivos e participantes do evento.
Acompanhamento de espetáculo integrante da programação oficial da Biennale de la Danse de Lyon.
Nova participação como público na apresentação de Repertório N.2, aprofundando a leitura crítica sobre a obra e seus desdobramentos artísticos.
Acompanhamento do espetáculo Fangas Nayaw, encerrando a participação na programação oficial do evento.
Relatos editoriais preparados a partir do diário de bordo original da artista durante a Biennale de la Danse de Lyon.
Formação e performance
As atividades formativas foram centrais para o aprofundamento técnico e conceitual. Os workshops com Aina Alegre e François Chaignaud aproximaram Giulia de metodologias de presença, escuta corporal, investigação do movimento e relação entre corpo, espaço e dramaturgia.
Workshops, palestras e encontros do Fórum ampliaram o repertório técnico, estético e crítico da artista em diálogo com práticas contemporâneas internacionais.
A apresentação da comitiva brasileira ocupou simbolicamente um espaço internacional com corporalidades, histórias e repertórios diversos do Brasil.
O convívio com artistas de diferentes trajetórias fortaleceu escuta, colaboração, confiança e percepção sobre processos criativos em contexto internacional.
Impacto da bolsa
A Bolsa Funarte Brasil Conexões Internacionais 2025 viabilizou acesso a um contexto artístico internacional de excelência, fortalecendo redes, repertórios e perspectivas de continuidade profissional.
A presença de uma artista da Região Norte em Lyon reafirma a importância de políticas culturais que ampliam a participação de territórios historicamente menos representados nos circuitos internacionais.
Os conhecimentos adquiridos retornam ao campo artístico por meio de novas pesquisas, compartilhamentos, processos formativos e futuras criações conectadas à dança amazônica.
Desafios e redes
A intensidade da programação exigiu resistência física, emocional e mental. A adaptação aos espaços, aos diferentes idiomas e às dinâmicas de um evento internacional fortaleceu autonomia, concentração e prontidão artística.
A participação também possibilitou interações com artistas, coreógrafos, mediadores culturais e participantes de diferentes países, especialmente nos workshops, palestras, atividades do Fórum e momentos de convivência.
Essas trocas ampliaram redes profissionais, favoreceram o diálogo intercultural e reforçaram a dança como linguagem universal atravessada por contextos sociais, políticos e culturais específicos.
Próximas fronteiras
A experiência França 2025 mostra como o festival pode revelar talentos, fortalecer trajetórias e criar pontes entre a Amazônia e importantes circuitos culturais do mundo.