Série: Diários de Bordo – Dançando Além das Fronteiras: França 2025
O terceiro diário é marcado pela apresentação da comitiva brasileira. Para Giulia, estar nesse contexto significou ocupar um espaço internacional com a presença simbólica e concreta de artistas do Brasil.
A experiência fortaleceu uma percepção de pertencimento coletivo. A comitiva não aparecia apenas como grupo convidado, mas como presença artística capaz de comunicar trajetórias, territórios e modos brasileiros de criação.
Esse momento também provocou uma reflexão sobre visibilidade. Vindo de um território onde artistas ainda lutam para ter reconhecimento e espaço, Giulia percebeu a potência de estar em um evento onde a dança é tratada como linguagem central.
O diário registra um ponto de virada: ver o Brasil em cena, em diálogo com outros países, reforçou a ideia de que artistas brasileiros podem transformar realidades e abrir caminhos para futuras gerações.
Ter a participação da comitiva brasileira me fez pensar que o Brasil tem artistas que podem mudar a nossa realidade.
Ficha do diário
- Data do diário: 18 de setembro de 2025
- Tripulante: Giulia Nascimento
- Humor registrado: Orgulho e responsabilidade
Texto preparado a partir do diário de bordo original da participante, com revisão editorial para leitura pública.
