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Linha do Tempo

Uma trajetória em movimento

Acompanhe os momentos que formam a trajetória do Dança Carajás: criação, primeira edição, reconhecimentos, circulação, formação e conexões que projetam a dança amazônica para novos territórios.

Uma trajetória construída em movimento

Desde sua criação, o Dança Carajás Festival vem reunindo formação, circulação, memória e articulação institucional para fortalecer a dança produzida na Amazônia. Esta linha do tempo apresenta os principais momentos dessa caminhada: da criação da marca à primeira edição, dos reconhecimentos públicos às conexões nacionais e internacionais que ampliam o alcance do projeto.

2022Nascimento
2022 – Nascimento da marca

Nasce o Dança Carajás Festival

O Dança Carajás Festival nasceu em Parauapebas com a missão de valorizar a dança na Amazônia, promover talentos do Sul e Sudeste do Pará e criar intercâmbios culturais.

O projeto surgiu como uma plataforma para conectar artistas, grupos, professores, coreógrafos, pesquisadores e públicos da dança, preparando o caminho para a primeira edição realizada no ano seguinte.

Parauapebas – PATerritório de origem da marca Dança Carajás.
Dança amazônicaValorização da produção artística do Sul e Sudeste do Pará.
Plataforma culturalBase para competição, formação, premiação, intercâmbio e impacto social.
2023Primeira edição
2023 – Primeira edição realizada

Um novo palco nasce em Parauapebas

Em 2023, o Dança Carajás Festival realizou sua primeira edição em Parauapebas, reunindo artistas, grupos, coreografias, público, premiação e ações de impacto social. A edição consolidou o festival como uma nova plataforma de valorização da dança no território de Carajás.

21 a 24 de setembro de 2023Período de realização da primeira edição.
Centro Cultural Parauapebas e Espaço CaboclaLocais que receberam a programação.
30 grupos inscritosArtistas e companhias reunidos no festival.
248 coreografiasDiversidade de linguagens e trabalhos em cena.
386 participantesBailarinos, equipes e profissionais envolvidos.
121 premiadosReconhecimento artístico em diferentes categorias.
609 latasAção social realizada durante o festival.
105 empregos21 diretos e 84 indiretos.
2024Pausa + Argentina
2024 – Pausa da edição + intercâmbio Argentina

O palco fez pausa, mas a marca atravessou fronteiras

Em 2024, o Dança Carajás Festival não realizou uma nova edição por falta de patrocínio. A pausa evidenciou a importância da continuidade do financiamento cultural para manter viva uma plataforma de formação, visibilidade e impacto para artistas da região.

Mesmo sem uma nova edição presencial, a marca Dança Carajás seguiu em movimento com o intercâmbio artístico na Argentina, fortalecendo conexões internacionais e ampliando a circulação da dança amazônica na América Latina.

Sem nova edição realizadaA programação do festival não aconteceu por falta de patrocínio.
Intercâmbio na ArgentinaMarco de circulação internacional da marca Dança Carajás.
Dançando Além das FronteirasExperiência que projetou artistas e narrativas da Amazônia.
Resistência institucionalMesmo sem edição, o festival manteve sua articulação cultural.
2025Formato + projeção
2025 – Inscrições abertas, MICBR e Bienal de Lyon

Novo formato e força institucional para a próxima edição

Em 2025, o Dança Carajás abriu inscrições e atualizou seu formato com seleção por vídeo, priorizando a qualidade artística dos trabalhos e garantindo mais segurança jurídica ao festival por meio da análise prévia do conteúdo coreográfico.

A adesão foi positiva, mas ainda insuficiente para realizar a edição. Os grupos inscritos foram comunicados sobre o adiamento, e as inscrições seguem abertas até segunda ordem.

No mesmo ano, a marca ganhou força institucional com a seleção no MICBR 2025 e com a participação de Giulia Nascimento na Bienal de Dança de Lyon, na França, viabilizada pela JA Produções Artísticas com apoio do edital Funarte Brasil Conexões Internacionais.

Seleção por vídeoNovo filtro de curadoria para qualidade artística e segurança jurídica.
Inscrições abertasChamadas seguem disponíveis até nova definição da produção.
MICBR 2025Festival selecionado no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil.
Funarte BrasilConexões Internacionais fortaleceu a circulação cultural da marca.
Bienal de LyonGiulia Nascimento levou a obra Yuxi – O Corpo da Floresta à França.
Edição adiadaGrupos inscritos foram comunicados oficialmente sobre o status do evento.
2026Próxima etapa
2026 – Continuidade institucional

A história se organiza para novos caminhos

Em 2026, o Dança Carajás fortalece sua presença pública e consolida a memória de sua trajetória. Os registros, reconhecimentos, conexões e aprendizados acumulados desde a primeira edição passam a sustentar uma comunicação mais clara com artistas, público, parceiros e instituições.

Esse movimento prepara o festival para avançar com responsabilidade: preservando o que já foi realizado, ampliando sua rede de apoio e abrindo caminho para novas oportunidades de formação, circulação e encontro com a dança amazônica.

Memória vivaRegistros e marcos que preservam a trajetória pública do festival.
Rede de apoioDiálogo com instituições, parceiros culturais e potenciais patrocinadores.
Presença públicaComunicação mais clara sobre história, impacto e próximos movimentos.
Novos caminhosContinuidade das ações de formação, circulação e valorização da dança.

Linha do tempo resumida

Resumo da trajetória

2023Primeira edição realizada em Parauapebas.
2024Sem nova edição por falta de patrocínio, mas com intercâmbio artístico na Argentina.
2025Marco internacional com a participação na Bienal de Dança de Lyon.
2026Organização da memória, captação e preparação da próxima etapa.

Chamada final

A história continua em movimento

A linha do tempo do Dança Carajás mostra que uma edição pode abrir caminhos muito além do palco. Mesmo diante da pausa por falta de patrocínio, a marca seguiu criando conexões, projetando artistas e fortalecendo a presença da dança amazônica em novos territórios.

A próxima etapa depende de continuidade, apoio institucional, patrocínio e compromisso com a cultura.